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InventárioCasa

Ajuda

O que as pessoas mais perguntam antes e durante o primeiro inventário.

Por onde eu começo?

Pelo cômodo em que você está agora. Abra Cadastrar item e registre o primeiro bem — nome, cômodo e categoria bastam. Depois volte e complete com foto, marca, número de série e valores.

Se você preferir listar rápido antes de fotografar, use o Cadastro rápido: escolhe o cômodo, escreve uma linha por item com quantidade e valor, e grava tudo de uma vez. É assim que a maioria das pessoas monta o inventário — listando primeiro, detalhando depois.

Qual valor eu coloco?

São dois campos, e eles servem a coisas diferentes:

Valor pago é o que está na nota fiscal. É a prova documental de que o bem existiu e de quanto custou.

Valor de reposição é quanto custaria comprar um equivalente hoje. É este que a seguradora usa: uma TV comprada por R$ 2.000 em 2019 não se repõe por R$ 2.000 hoje.

Se você só souber um dos dois, preencha esse. Quando não há reposição informada, o total usa o valor de compra — e o relatório marca essas linhas, para o regulador saber de onde veio o número. Um valor estimado vale muito mais do que campo em branco.

Preciso fotografar tudo?

Não. Fotografe o que tem valor relevante, o que tem número de série e o que você teria dificuldade de descrever depois. Para o resto, a linha na lista já cumpre o papel.

Quando fotografar, tire duas: uma do bem e uma da nota fiscal ou da etiqueta com o número de série. Essas duas fotos juntas são o que menos gera discussão num sinistro.

Como gero o relatório para a seguradora?

Vá em Relatório, escolha se o PDF sai sem fotos, com uma foto por item (o padrão) ou com todas, e baixe. O arquivo traz o cabeçalho com seus dados e os do imóvel, a relação completa agrupada por cômodo, os totais e uma declaração para assinar.

Antes de gerar, preencha o endereço do imóvel em Configurações — e a seguradora e o número da apólice, se você já tiver seguro. Uma lista de objetos sem dono e sem endereço perde força.

O PDF vai ser grande demais para enviar por e-mail?

Não. As fotos entram no relatório numa versão reduzida, feita justamente para isso, e existe um teto de peso: se o inventário for muito grande, as últimas fotos ficam de fora e o próprio relatório informa quantas foram. Você fica sabendo antes de enviar, em vez de descobrir na recusa do e-mail.

A tela de relatório mostra o tamanho previsto de cada opção antes de você baixar.

Posso levar meus dados embora?

Sim, e sem pedir nada a ninguém. Em Relatório há o botão de baixar a planilha em CSV, com todos os itens, valores e totais. Ela abre no Excel, no Google Planilhas e em qualquer outro programa.

Isso é seguro? Quem vê minhas fotos?

Só você, depois de entrar com e-mail e senha. As fotos não têm endereço público: cada uma é entregue por uma rota que confere a sua sessão a cada pedido.

As fotos são reduzidas no seu próprio aparelho antes de subir, e esse processo descarta os metadados da imagem — inclusive a coordenada de GPS que o celular grava. A localização da sua casa não chega ao nosso servidor.

O que não fazemos: não há criptografia dos arquivos no servidor. Está escrito com todas as letras na Política de Privacidade, junto com o que isso significa na prática.

Apaguei um item sem querer. Dá para recuperar?

Não. Não existe lixeira: apagar um item remove as fotos do disco na hora. É por isso que toda exclusão pede confirmação antes. Se o inventário é grande e importante, vale baixar o CSV de vez em quando como cópia sua.

Instalar no celular

O InventárioCasa é um aplicativo instalável. No Android, abra o menu do navegador e escolha "Instalar aplicativo"; no iPhone, use o botão de compartilhar e "Adicionar à Tela de Início". Ele abre em tela cheia, sem a barra do navegador — o que ajuda bastante na tarde de cadastro andando pela casa.

Ainda ficou dúvida?

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